Ferradura, primeira obra do VLT sai do papel

Ferradura, a primeira obra do VLT

Sai do “papel” a primeira obra realizada para a mobilidade urbana prevista para a Copa no Pantanal de 2014. Trata-se do viaduto, já apelidado de “ferradura” por causa do seu formato de ferradura, construído bem defronte a Secretaria de Fazenda na Avenida Rubens de Mendonça e da Receita Federal.

E olhem. Parece pouco mas, comparada com as demais obras do Veículo Leve sobre Trilhos temos todos que comemorar. Não esquecendo de tecer alguns comentários, principalmente ao que parece no caso específico desta pequena grande obra, terem esquecido de pessoas.

O local é de passagem intensa de pedestres. Do Palácio Paiaguas para o Pantanal Shopping; do shopping para o palácio, milhares de pessoas transitam de um lado para o outro. O fato é que não pensaram sequer em uma passarela.

Vista da "Ferradura" a primeira obra do VLT
Vista da “Ferradura” a primeira obra do VLT

Como muitas outras obras, esta parece ter sito feita para atender as necessidades de ontem. Explique-se interrogando: por que não construíram uma passarela no local em um projeto que resolvesse a necessidade de retorno da avenida e a passagem das pessoas que trabalham ou passeiam por ali? Aliás, a passagem de veículo bem que podia ter sido passarela. O retorno de veículos talvez ficasse mais eficiente se ocorresse por dentro das ruas do palácio ou pelos fundos do shopping. Mais eficiente se fosse projetada uma solução que integrasse uma estação do VLT com a passagem de transeuntes de um lado para outro no local. É apenas uma diga de leigo, pedestre, usuário dos sistema de transporte público e particular. Nada além disso.

Tentando imaginar o que passou na cabeça do projetista apenas. Mas houve projeto? Houveram estudos prévios?

Olhando para a obra tem-se a impressão que muitos veículos despencarão do viaduto por causa da curva acentuada da “ferradura”. Aparentemente, os mesmos erros cometidos nos “queijos” e contornos, foram cometidos nesta obra. A impressão que se tem, assim, simples é que não houveram estudos para elaborar e executar obras que integrassem os interesses da população, do Estado em razão de que se trata de área em que a maior parte das atividades envolve atividades relacionadas com as Secretarias de Estado, órgãos federais e instituições instaladas no palácio.

Aguardemos o término da obra!

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